Praia deserta, pôr do sol, janela aberta, nascer do sol,
Cidade pacata, fazenda pequena, saudade que mata, chuva serena,
Rede na varanda, silêncio completo, pássaros cantando, vazio repleto.
Sozinho no quarto entre quatro paredes, em um apartamento no quarto andar, deitado numa rede, em uma cidade grande me pego a pensar.
Pego uma caneta, abro um caderno, escrevo uma letra, escrevo um verso.
Minha fonte de inspiração não é o mar, não é o sol, não é o luar, muito menos o futebol.
Para escrever não penso em solidão, não penso em sorte, nem em multidão, muito menos na morte, não quero uma rede na varanda, nem preciso de silêncio completo, pode ser outros ruídos reinando, até mesmo o barulho dos carros por perto.
Não sou poeta, não sou escritor, não sou autor de nenhuma novela. Não preciso de um lugar bonito, tranqüilo, não preciso morrer de saudade, nem de uma pacata cidade, não preciso de silêncio completo, tão pouco de algo diferente, só preciso de uma coisa, ter você, meu amor, em minha mente.
P E R F E I T O! Como sempre!
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